Em 2021, uma série de postagens de antes-depois trouxe à tona discussões sobre padrões de beleza, obsessão pelo skincare e o uso do Roacutan para situações que nada tem a ver com a acne.
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Mas antes de levar a discussão adiante, vale relembrar como o medicamento funciona. Em resumo, ele ajuda a conter a produção de gordura na pele, diminuindo o tamanho das glândulas sebáceas.
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A bula, por sua vez, é bem maior do que a da maioria dos remédios e apresenta uma série de efeitos colaterais — do ressecamento da pele à depressão.
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Seu potencial teratogênico, causador de malformação no feto, é um dos maiores riscos. Por isso, há uma resistência dos dermatologistas na hora de indicá-lo para mulheres em idade fértil.
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Entre as recomendações está a de não ingerir bebidas alcoólicas e a realização de exames de sangue periódicos durante o tratamento. Ao menor sinal de alterações, é indicado interromper o uso.
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Com a consolidação de sua eficácia contra a acne, a isotretinoína tem se popularizado como uma possível aliada do rejuvenescimento da pele, mas profissionais têm receio dessa banalização.
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Durante o isolamento social, o termo “skincare” teve um aumento de 66% nas buscas do Google. Apesar de muitas vezes ser rotulada como autocuidado, a obsessão pela pele pede atenção.
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“As pacientes têm a ilusão de que por ser um remédio forte o efeito vai durar pra sempre, e não vai. O processo de envelhecimento é contínuo", diz Ana Maria Bartelli, dermatologista da USP.
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"Não nego que há ganhos, mas não há embasamento científico comprovado que compense o risco”, diz a dermatologista Sylvia Ypiranga sobre o uso off-label.